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ONU integra esforços para resolver crise no Niger (Português África)
Representante especial de Ban Ki-moon na região, Said Djinnit, fez parte de uma missão que viajou no domingo para o país para avaliar a situação no terreno; Secretário-Geral já condenou o golpe de Estado naquela nação oeste-africana.
Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.
As Nações Unidas continuam a trabalhar com parceiros regionais para tentar resolver a crise política no Niger, após o golpe de Estado que derrubou o presidente Mamadou Tandja, na semana passada.
O representante especial de Ban Ki-moon na região, Said Djinnit, fez parte de uma missão que viajou no domingo para o país para avaliar a situação no terreno.
Junta Militar
A equipa inclui representantes da ONU, da Comunidade Económica para a África Ocidental, Cedeao e da União Africana, UA.
A missão reuniu-se com membros da nova junta militar no poder, na capital Niamey. Uma nota divulgada esta segunda-feira pelo escritório do porta-voz do Secretário-Geral indica que a junta voltou a reafirmar o seu empenho em realizar eleições como um primeiro passo para a restauração da ordem constitucional no Niger.
Num comunicado divulgado na sexta-feira, Ban Ki-moon condenou o golpe de Estado naquela nação oeste-africana.
Constituição
O Secretário-Geral reiterou a sua desaprovação tanto de mudanças anti-constitucionais de governo como tentativas para permanecer no poder através de meios que violam a constituição.
Ban apelou também à calma e ao respeito do estado de direito e direitos humanos de toda a população do país. Ele enfatizou que a ONU está pronta a apoiar iniciativas destinadas a resolver a crise política no Niger.



