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 13 novembro 2009
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Acesso à internet ainda é limitado nos países pobres

O subsecretário geral da ONU para Comunicação e Informação Pública, Kiyotaka Akasaka afirmou que nos países desenvolvidos uma pessoa tem 200 vezes mais oportunidades de acesso rápido à internet do que em nações mais pobres.

Kiyotaka Akasaka

Kiyotaka Akasaka

Pollyana de Moraes, da Rádio ONU em Nova York.*

Enquanto a inclusão digital tem se ampliado no mundo, o acesso à internet banda larga permanece desigual entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

A afirmação foi feita na quinta-feira pelo subsecretário Geral da ONU para Comunicação e Informação Pública, Kiyotaka Akasaka, durante o 4° Fórum Mundial sobre Mídia Eletrônica, realizado na Cidade do México.

Assinantes

Akasaka argumentou que, a Austrália, um país com 21 milhões de pessoas, tem mais assinantes de banda larga do que toda a África, que soma cerca de 900 milhões de habitantes.

Segundo ele, reverter esse quadro possibilitaria a conexão entre produtores, mercados, migrantes e pessoas em geral em busca de informações sobre saúde e trabalho, por exemplo.

O subsecretário Geral lembrou ainda que nos países desenvolvidos, uma pessoa tem 200 vezes mais oportunidades de acesso rápido à internet do que em nações mais pobres.

Tecnologia

Por outro lado, Akasaka afirmou na Cidade do México que a mesma realidade não se repete no caso dos celulares que, segundo ele, representam as tecnologias da informação que melhor se distribuem no mundo.

A ONU afirma que, até o começo de 2009, havia 4 bilhões de assinaturas de telefones móveis registradas em todo planeta.

*Apresentação: Eduardo Costa, da Rádio ONU em Nova York.