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 2 novembro 2009
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Ban acolhe decisão eleitoral no Afeganistão

Durante visita surpresa a Cabul, Ban Ki-moon disse que o país asiático enfrenta desafios significativos; viagem coincide com decisão da Comissão Eleitoral Independente de cancelar a segunda volta das eleições e declarar Hamid Karzai presidente eleito.

Ban Ki-moon

Ban Ki-moon

Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, saudou a decisão da Comissão Eleitoral Independente de cancelar a segunda volta das eleições presidenciais no Afeganistão e declarar Hamid Karzai o novo chefe de Estado eleito. Ele congratulou também Karzai pela sua eleição.

Num comunicado divulgado esta segunda-feira durante uma visita surpresa ao país, Ban descreveu o processo eleitoral no Afeganistão como díficil, pedindo ao novo presidente para formar rapidamente um novo governo que tenha o apoio do povo afegão e da comunidade internacional.

Solidariedade

A sua visita seguiu-se ao ataque da semana passada que matou cinco funcionários da ONU.

Numa conferência de imprensa, Ban Ki-moon disse que visita o Afeganistão para expressar a sua solidariedade com o pessoal da organização e o povo afegão numa hora difícil.

O Secretário-Geral afirmou que as eleições no país asiático foram das mais difíceis que as Nações Unidas já apoiaram devido a problemas de insegurança, fraude, más infraestruturas e instituições políticas fracas e parciais.

Além de encontros com o enviado especial da ONU no Afeganistão, Kai Eide, e com funcionários da organização no país, Ban já se reuniu com Hamid Karzai e Abdullah Abdullah.

A Comissão Eleitoral Independente declarou Karzai presidente eleito por ter tido o maior número de votos na 1ª volta e por ser o único candidato à segunda volta do escrutínio.

Escrutínio

O seu rival, Abdullah Abdullah, anunciou no domingo que não participaria na votação do próximo sábado, citando receios de uma repetição das fraudes ocorridas na primeira volta.

Ban Ki-moon disse que as Nações Unidas pemanecem empenhadas em apoiar e assistir o novo governo a implementar progressos para toda a população do país.

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