PMA e Acnur pedem a doadores apoio para 100 mil refugiados no Ruanda

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Falta de recursos levou à redução de rações alimentares; apenas indivíduos considerados mais vulneráveis incluindo crianças abaixo de cinco anos e mães amamentando estão recebendo porção completa.

Crianças refugiadas burundesas. Foto: Unicef/ Pflanz

Monica Grayley, da ONU News em Nova Iorque.

O porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres, informou que duas agências da organização estão a buscar apoio de doadores para mais de 100 mil refugiados que vivem no Ruanda.

O anúncio foi feito pelo porta-voz, Stephane Dujarric.

Dinheiro

Ele contou que o Programa Mundial de Alimentação, PMA, e a Agência da ONU para Refugiados, Acnur, lançaram o apelo após serem forçados a reduzir as rações alimentares e assistência em dinheiro vivo a mais de 100 mil refugiados.

Nos meses de novembro e dezembro, o PMA teve que cortar em até 90% a distribuição de alimentos. A questão do financiamento piorou tanto, que neste mês, a agência fez uma nova redução de rações de até 75%.

Após o novo corte, somente refugiados em condição delicada como crianças com menos de cinco anos, em idade escolar, ou mulheres grávidas e amamentando estão a receber uma ração completa.

O grupo também inclui pessoas vivendo com HIV/Sida e em tratamento contra a tuberculose.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE JANEIRO DE 2018
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