Aumenta esperança de evacuações para assistência médica na Síria

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Conselheiro da ONU sobre o país, Jan Egeland, disse que recebeu uma reposta afirmativa de vários países de fazerem todo o possível para retirar as pessoas do leste de Ghouta.

Um brinquedo de uma criança nos escombros de um prédio destruído na zona rural de Damasco, Síria. (arquivo) Foto: Unicef/Al Shami

Monica Grayley, da ONU em Nova Iorque.

Cerca de 400 mil pessoas no leste de Ghouta, na Síria, estão vivendo uma situação de desespero sem poder sair do local por causa dos combates entre parte rivais.

Em entrevista a jornalistas em Genebra, na Suíça, o conselheiro da ONU sobre a Síria, Jan Egeland, afirmou que estes sírios estão "no olho do furacão".

Encontros

Mas de acordo com ele, existe esperança de uma evacuação dessas pessoas para tratamento médico de emergência. Pelo menos 500 homens, mulheres e crianças sírias estão em estado crítico de saúde.

Egeland afirmou que recebeu uma resposta positiva por parte de países que têm influência sobre a Síria de que eles "farão todo o possível" para assegurar a saída das pessoas do leste de Ghouta.

A notícia foi dada ao mesmo tempo em que o enviado especial da ONU para  Síria, Staffan de Mistura, realiza encontros paralelos com as delegações do país.

Após a destruição das cidades de Homs, Aleppo e Raqa, o conflito sírio parece levar a mesma escala arrasadora às comunidades do leste de Ghouta. A ONU continua sem acesso à região.

Nos últimos dois meses, trabalhadores humanitários conseguiram alcançar apenas 70 mil das 400 mil pessoas sob o cerco.

Por causa da falta de acesso, os índices de má nutrição severa subiram entre as crianças em 600% desde janeiro atingindo mais de um em 10 jovens.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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