OMT condena decisão americana de restaurar restrições de viagem a Cuba

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Para chefe da Organização Mundial do Turismo, Taleb Rifai, ação representa um "passo atrás e um forte ataque à liberdade de viagem" e terá "impacto limitado no desenvolvimento do turismo em Cuba"; em 2016, país caribenho recebeu mais de 4 milhões de visitantes internacionais.

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.

A Organização Mundial do Turismo, OMT, expressou seu "firme ressentimento" em relação à decisão anunciada recentemente pelo governo dos Estados Unidos de restaurar restrições de viagem a Cuba.

Segundo o chefe da agência da ONU, Taleb Rifai, isto representa um "passo atrás e um forte ataque à liberdade de viagem".

Turismo e emprego

Rifai defendeu que a decisão terá "impacto limitado no desenvolvimento do turismo em Cuba, mas afetará substancialmente a economia dos Estados Unidos e empregos americanos".

O chefe da OMT ressaltou que muitas empresas dos Estados Unidos começaram a investir em Cuba e fazer negócios com o país tendo em vista o "imenso potencial do turismo cubano" que, segundo Rifai, "outros países certamente continuaram a se beneficiar".

O turismo é um dos principais setores econômicos no país latino-americano, apoiando a subsistência de muitas pessoas e atraindo atenção significativa de investidores estrangeiros.

Segundo a agência da ONU, Cuba recebeu mais de 4 milhões de visitantes internacionais em 2016, um crescimento de mais de 1 milhão em apenas cinco anos.

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