RD Congo regista novos confrontos com "elevado número de mortos"

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Ações da ONU afetadas por restrições à liberdade de circulação; violência envolveu milícias Kamwina Nsapu  e forças do governo em Kananga; mulheres e crianças estariam entre as vítimas dos combates do fim de semana.

Violência ocorreu  na antiga província de Kasai Ocidental. Foto: ONU/Abel Kavanagh

Eleutério Guevane, da ONU News em Nova Iorque.

As Nações Unidas estão preocupadas com os ataques de milícias congolesas a "instituições e símbolos do Estado" e o "uso desproporcional da força" por agentes de defesa e segurança na República Democrática do Congo.

A Missão da ONU no país, Monusco, citou "relatos credíveis de um elevado número de mortos" na sequência de atos de violência ocorridos este fim de semana em Kananga. A área está situada na antiga província de Kasai Ocidental.

Vítimas

Nas ações que envolvem as milícias Kamwina Nsapu e membros das forças de segurança congolesas as vítimas da violência incluíram "mulheres, crianças e outros civis".

A operação de paz disse estar impedida de cumprir o seu mandato pelas restrições impostas pelas forças de segurança à liberdade de circulação na área dos confrontos.

O grupo Kamwina Nsapu  tem o nome de um líder local que foi morto pelas forças congolesas em agosto passado.

Desde então, as Nações Unidas veem apelando ao governo que tome medidas imediatas para "pôr termo às violações generalizadas de direitos humanos" na região marcada pela violência.

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