Entrevista: zika e primeiro caso de microcefalia em Angola

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Surto de zika, que causa microcefalia, atingiu 60 países. Foto: Unicef/Ueslei Marcelino

O representante da Organização Mundial da Saúde, OMS, em Angola fala da ação junto ao governo depois da descoberta do primeiro caso de microcefalia associado ao vírus da zika no país.

Hernando Agudelo pede o aumento da vigilância e explica que "o risco não é só para o doente, mas para as alterações genéticas em mulheres grávidas".

O responsável contou à ONU News, de Luanda,  que o caso de microcefalia ocorre um ano após a agência ter declarado emergência global da zika.

O conselho às mulheres angolanas é que ponderem em relação à gravidez para evitar o tipo de complicação e que se faça tudo para prevenir que se multiplique "o mosquito que não tem fronteiras".

Depois de detectado, o caso de microcefalia na província do Bengo, perto de Luanda, a amostra foi enviada para Roterdão, na Holanda. O objetivo é descobrir  a estirpe do vírus que afeta Angola.

Agudelo disse que a capital angolana registou um caso em janeiro passado depois do primeiro paciente detetado no mês anterior.

Acompanhe a entrevista a Eleutério Guevane.

Duração: 05’37″

Leia mais:

OMS alerta que mundo deve se preparar para combater zika a longo prazo

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JORNAL DA ONU - 6 MIN, 15 DE AGOSTO DE 2017
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