OMS e Opas elogiam Brasil pelo combate ao zika vírus

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Chefe da agência da ONU disse que estava impressionada com a forma como as autoridades e as comunidades brasileiras estão trabalhando para eliminar o mosquito transmissor da doença, Aedes aegypt.

Coletiva de imprensa na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Foto: Fiocruz, Opas

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, e a Organização Panamericana de Saúde, Opas, elogiaram esta quarta-feira as operações de combate ao zika vírus feitas pelo governo brasileiro.

Durante coletiva de imprensa na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, a chefe da OMS, Margaret Chan afirmou que estava realmente impressionada com a presidente Dilma Roussef liderando todo o governo para mobilizar as comunidades na luta contra o mosquito Aedes aegypt.

Compromisso

Chan citou sete pontos importantes na luta contra o surto. Em primeiro lugar, o compromisso do governo para eliminar o mosquito. Em seguida, a alta competência dos médicos, enfermeiros e cientistas envolvidos nessa operação e a mobilização da comunidade para participar do combate ao inseto.

Dizendo que 2/3 dos mosquitos são criados no ambiente familiar, a diretora-geral da OMS falou da colaboração entre os cientistas, que é necessária para encontrar uma solução.

Chan citou também a cooperação e a colaboração regional com 28 países notificando e informando sobre as infecções do zika vírus.

Compaixão

Para a chefe da OMS é importante ter compaixão no tratamento das pessoas que contraíram o vírus e, para finalizar, ela elogiou a coragem do governo para lidar com a doença.

Chan lembrou que "as coisas podem piorar muito antes de melhorar".

A chefe da Opas, Carissa Etienne, voltou a dizer que o grupo ficou impressionado com o trabalho transparente que o Brasil está fazendo no combate ao zika.

Importante

Etienne disse que o país tem um papel importante a desempenhar já que é o epicentro dessa epidemia.

O diretor para Emergências de Saúde da OMS, Bruce Aylward, afirmou que a visita ao Brasil foi para aprender sobre o problema mas também para aprender as soluções.

Aylward disse que a OMS "viu no Brasil a resposta mais ágil, mais abrangente e mais corajosa já observada".

Fazendo uma comparação, o representante da Organização Mundial da Saúde declarou que "nenhum outro país fez o que o Brasil fez". Segundo ele, essas nações têm "os alertas, as informações, mas não tem o nível de resposta que o Brasil tem".

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