"2016 deve ser o ano da migração e do multilateralismo"

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Afirmação é do representante especial do secretário-geral da ONU para Migração Internacional; Segundo Peter Sutherland, o mundo está enfrentando uma crise política, econômica, moral e social intimamente ligada" à questão migratória.

Refugiados sírios e migrantes (arquivo). Foto: OIM/Francesco Malavolta

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O representante especial do secretário-geral da ONU para Migração Internacional, Peter Sutherland, afirmou nesta sexta-feira, em Genebra,  "este é o ano da migração e do multilateralismo".

Segundo Sutherland, "se não for, deveria, pois o mundo está enfrentando uma crise política, econômica, moral e social intimamente ligada" à questão migratória.

Benefícios

O representante especial declarou que migrantes trazem benefícios significativos às comunidades que os abrigam.

Ele ressaltou ainda que "os 10 países com menor crescimento populacional no mundo estão na Europa".

Refugiados

Sutherland destacou que o Líbano, a Jordânia e a Turquia estão abrigando uma "enorme proporção da população global de refugiados".

Ele lembrou que "mais de 2 milhões estão na Turquia, onde o primeiro-ministro confirmou a intenção de conceder permissões de trabalho" .

Nesta sexta-feira, a Organização Internacional para Migrações, OIM, alertou que 374 pessoas morreram neste ano tentando atravessar o Mar Mediterrâneo.

Segundo a agência parceira da ONU, entre 1º de janeiro e 4 de fevereiro 74.676 migrantes e refugiados chegaram à Europa em embarcações que saíram da África ou do Oriente Médio.

Leia Mais:

Mortes no Mar Mediterrâneo atingem 374 neste ano

 

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 14 DE DEZEMBRO DE 2017
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