Retrospectiva 2015: imagens marcantes de um ano de "avanço e horror"

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As fotos a seguir trazem um olhar da ONU sobre fatos que marcaram o ano.


Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

Recordando o ano, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, resumiu 2015 em duas palavras: "avanço e horror".

Do lado positivo, ao completar 70 anos, a ONU deu passos marcantes na direção de um futuro melhor para as pessoas e o planeta adotando, em setembro, a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável e seus 17 objetivos para acabar com a pobreza e construir sociedades pacíficas.

Marcos

Em dezembro, os países adotaram o Acordo de Paris sobre mudança climática. De acordo com o chefe da ONU, após anos de negociações, o documento superou as expectativas.

Para o secretário-geral, os líderes mundiais reconheceram que é possível e necessário fazer mais do que se "contentar com o mínimo denominador comum" e, por isso, miraram "mais alto".

Outros marcos do ano incluem: a Agenda de Ação de Adis Abeba, aprovada em julho, um modelo para o financiamento para o desenvolvimento; e a Plataforma de Sendai para a Redução do Risco de Desastres, um plano para tornar o mundo mais seguro de desastres naturais que têm ocorrido de forma cada vez mais frequente.

Turbulência e Sofrimento

No entanto, 2015 também foi marcado por turbulências e sofrimento humano em níveis não vistos em uma geração.

Conflitos violentos em diversas partes do mundo obrigaram números recordes de pessoas a fugirem de suas casas e o deslocamento global forçado superou os 60 milhões pela primeira vez.

Ao mesmo tempo, fortes tempestades, secas e terremotos ameaçaram as vidas e os meios de subsistência de pessoas em todo mundo. A ONU e seus parceiros lançaram o maior apelo humanitário da história, com o objetivo de entregar assistência vital a 87,6 milhões de pessoas em 37 países, a maioria em situação de conflito.

Terrorismo

O ano foi testemunha de uma proliferação de bombardeios, tiroteios em massa e outras atrocidades em nome do extremismo religioso.

Em um debate no Conselho de Segurança sobre a prevenção de conflitos, Ban destacou que ações de contra-terrorismo devem também abordar questões como má governança, injustiça e exclusão. Ele também fez um alerta contra represálias a muçulmanos.

Em uma reunião na Assembleia Geral sobre a crise de refugiados que ocorreu à sombra de recentes ataques terroristas em Beirute e Paris, representantes da ONU fizeram um apelo aos países para que não fechem suas portas a refugiados em nome de segurança.

Comemoração dos 70 Anos das Nações Unidas. Foto: ONU/Cia Pak

 

 

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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