Unesco condena assassinato de jornalistas sírios

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Profissionais foram encontrados mortos no sudeste da Turquia; chefe da agência da ONU também pediu investigação do assassinato de um editor em Bangladesh.

Foto: Unesco

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

A chefe da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, Irina Bokova, condenou nesta segunda-feira, o assassinato de dois jornalistas cidadãos sírios.

Ibrahim Abdel Qader e Fares Hammadi foram encontrados mortos há pouco mais de uma semana em Sanliurfa, no sudeste da Turquia.

Justiça

Em nota, a diretora-geral da agência da ONU pediu às autoridades que "garantam rápida justiça para estes crimes".

Bokova afirmou que é preciso fazer todo o possível para "proteger jornalistas da violência de extremistas". Segundo ela, "esses grupos estão preparados para recorrer a assassinatos com o objetivo de impedir o direito dessas pessoas de compartilhar informação".

A diretora-geral da Unesco também condenou a morte to editor bengalês Faisal Arefin Dipan. Ele foi assassinado no escritório onde trabalhava, em Daca, capital de Bangladesh, em 31 de outubro. Bokova fez um apelo para que as autoridades investiguem o caso e levem os responsáveis à justiça.

A chefe da agência da ONU emite declarações sobre o assassinato de trabalhadores da mídia conforme resolução 29 adotada pelos Estados-membros da agência em 1997. O documento é chamado “Condenação de Violência contra Jornalistas”.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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