Unesco premia brasileiro por estudos sobre leishmaniose e malária

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Professor Manoel Barral-Netto, diretor de pesquisas da Fiocruz Bahia é um dos vencedores do Prêmio Pesquisas em Ciências da Vida 2015; ele divide reconhecimento com pesquisadores da Índia e do Senegal.

Manoel Barral-Netto foi premiado por seus estudos sobre leishmaniose e malária. Foto: Unesco

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, divulgou nesta segunda-feira os vencedores 2015 do Prêmio Pesquisas em Ciências da Vida.

O professor brasileiro Manoel Barral-Netto é um dos premiados, por seus estudos sobre leishmaniose e malária. Ele é diretor do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz, dentro da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, em Salvador, Bahia.

Contribuições

Barral-Netto é doutor em patologia humana e segundo a Unesco, ele tem dedicado boa parte da carreira em estudar as duas doenças. A agência destaca as contribuições do pesquisador com o desenvolvimento de medidas de controle de doenças transmissíveis e doenças negligenciadas ligadas à pobreza, como a leishmaniose.

O professor brasileiro divide o prêmio da Unesco com outros dois pesquisadores. Balram Bhargava, da Índia, um cardiologista especializado em inovações biomédicas, e Amadou Alpha Sall, do Senegal, especialista em controle de doenças virais como ebola, dengue e outras com potencial impacto global.

Os três vencedores do Prêmio Pesquisas em Ciências da Vida recebem a distinção numa cerimônia na sede da Unesco, em Paris, no dia 14 de novembro. A premiação anual reconhece projetos de pessoas ou instituições que tenham como objetivo melhorar a qualidade de vida humana.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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