Ban anuncia plano para acabar com mortes evitáveis de mulheres e crianças

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Secretário-geral afirmou que iniciativa de US$ 25 Bilhões tem como meta pôr um fim ao problema até 2030; campanha conta com participação de governos, organizações internacionais e setor privado.

Estratégia Global pretende acabar com morte prematura de mulheres, adolescentes e crianças. Foto: Unicef India

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, anunciou este sábado uma iniciativa de US$ 25 bilhões de dólares pelos próximos cinco anos para ajudar a acabar com as mortes que podem ser evitadas de mulheres, adolescentes e crianças.

A Estratégia Global para a Saúde de Mulheres, Adolescentes e Crianças tem como meta pôr um fim ao problema até 2030. A proposta faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável adotados esta sexta-feira pelos Estados-membros das Nações Unidas.

Participação

O plano conta com a participação de 40 países e mais de 100 organizações internacionais, do setor privado e de instituições acadêmicas e de pesquisas.

Ban disse que a estratégia global oferece uma saída não só para evitar a morte prematura de mulheres, adolescentes e crianças, mas para assegurar que eles "possam prosperar e mudar o mundo".

A presidente da Parceria para a Saúde Materna, de Crianças e de Bebês, Graça Machel, afirmou que nos próximos 15 anos os objetivos são acabar com as mortes prematuras em uma geração e garantir que "cada mulher, adolescente e criança alcancem todo o seu potencial".

Bill Gates, da Fundação Bill e Melinda Gates, disse que "quando a saúde de mulheres e crianças melhora, a vida também melhora em todos os níveis".

Realidade

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan, deixou claro que a "OMS está profundamente empenhada em trabalhar com os países e parceiros para transformar as ideias dessa estratégia em realidade".

O diretor-executivo do Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids, Michel Sidibé, acredita "num mundo onde todos os jovens, sem importar onde vivam, seu gênero ou orientação sexual, tenham o conhecimento, os serviços, os direitos e o poder de fazer suas próprias escolhas e, também, de se protegerem do HIV.

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