República Centro-Africana: crime e grupos rivais causam instabilidade

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Chefe humanitário relata retorno espontâneo de deslocados internos e refugiados; mais de metade da população ainda precisa de assistência; cerca de 460 mil centro-africanos continuam em países da região.

Menores desalojados em Bangui. Foto: Unicef//Pierre Terdjman.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A continuação da instabilidade na República Centro-Africana deve-se à criminalidade e às disputas entre grupos armados.

A declaração foi feita pelo coordenador Humanitário das Nações Unidas no país que observou, entretanto, que deslocados internos e refugiados retornaram espontaneamente para áreas consideradas pacíficas. 

Cuidados Básicos

Na capital centro-africana, Bangui, Aurélien Agbénonci revelou que mais de metade da população precisa de assistência. As maiores necessidades incluem abrigo, alimentação, cuidados básicos de saúde, proteção, água e saneamento.

São cerca de 2,7 milhões de pessoas, de uma população total de 4,6 milhões.

O país tem mais de 368 mil deslocados internos, além dos 460 mil centro-africanos nas nações vizinhas.

Agbénonci citou o regresso voluntário de deslocados a partir do acampamento de M’Poko, em Bangui. Mais de 4 mil famílias deixaram de fazer parte dos registos do local, que antes chegou a albergar mais de 4,3 mil pessoas.

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