Na ONU, União Africana revela lições aprendidas com surto de ébola

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Conselho de Segurança discutiu a situação esta quinta-feira; entidade regional chegou a enviar 835 médicos em um mês para a África Ocidental; surto já registou 29,929 casos confirmados e 11.283 mortos.

Treinamento para médicos em Serra Leoa. Foto: OMS/R. Holden

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Conselho de Segurança realizou, esta quinta-feira, um debate que destacou o surto de ébola como ameaça à paz e segurança internacionais.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 29.929 casos foram confirmados e 11.283 pessoas morreram devido ao surto que foi mais grave na Serra Leoa, na Guiné Conacri e  na Libéria.

Apoio

Em menos de um mês após a aprovação de uma resolução sobre o Mandato de Paz e Segurança a entidade criou a  missão "Apoio da União Africana para o Ébola na África Ocidental", Aseowa.

Discursando no evento, o embaixador da União Africana, UA, junto às Nações Unidas, Téte António, destacou também o benefício da resposta acelerada ao surto e o envio de recursos de saúde urgentemente necessários.

Médicos

O efectivo da Aseowa que apoiou a região subiu de 100 a 835 profissionais de saúde com destaque para médicos em menos de trinta dias.

Entre as lições aprendidas estão o envolvimento de voluntários e sobreviventes que deram apoio, chegando aos atuais 4 mil nos países afectados. As sugestões incluem maior flexibilidade, colaboração e cooperação entre os envolvidos.

África também reconhece que foi importante fazer uso da tecnologia, destacou a solidariedade entre os países do continente e a necessidade de aumentar as capacidades para lidar com futuros surtos.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 12 DE DEZEMBRO DE 2017
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