Ban quer ação internacional imediata contra terrorismo

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Secretário-geral condenou atos de terror cometidos pelo Daesh, referência ao grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante, Isil; ele também condenou o assassinato do ex-chefe de arqueologia de Palmyra, na Síria.

Templo Baalshamin em Palmyra. Foto: Unesco

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu a comunidade internacional que se una para agir imediatamente contra o terrorismo.

Em comunicado divulgado esta terça-feira, Ban condenou os "atos de terror" e as graves violações das leis internacionais cometidos pelo Daesh, referência em árabe ao grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante, Isil.

Crime de Guerra

Ele ficou consternado com os relatos de destruição do templo Baalshamin, na cidade de Palmira, Patrimônio Cultural da Unesco.

O chefe da ONU afirmou que a destruição deliberada do patrimônio cultural mundial representa um crime de guerra e os responsáveis devem ser levados à justiça.

Segundo Ban, "os atos bárbaros de terror cometidos pelo Daesh se juntam a uma longa lista de crimes realizados nos últimos quatro anos na Síria contra a população civil e o patrimônio histórico do país".

Na nota, o secretário-geral demonstra ainda revolta com o assassinato do ex-chefe de arqueologia de Palmyra, Khaled al-Assad, ocorrido em 18 de agosto.

Unesco

Nesta segunda-feira, a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, "condenou fortemente" a destruição do templo de Baalshamin.

Para Bokova, "a destruição sistemática" de símbolos culturais que fazem parte da diversidade cultural síria revela "a verdadeira intenção de tais ataques, que é privar a população síria de seu conhecimento, identidade e história".

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 13 DE DEZEMBRO DE 2017
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