Relatório indica que falta de avanços no saneamento em Moçambique

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Estudo conjunto do Unicef e da OMS afirma que 63% da população rural do país não tem acesso a fontes de água potável; 10 milhões moçambicanos ainda fazem suas necessidades a céu aberto.

África Subsaariana não vai cumprir meta. Foto: Pnuma

Ouri Pota, da Rádio ONU em Maputo.

O relatório "Progresso sobre Saneamento e Água Potável", lançado na terça-feira pelo Fundo da ONU para Infância, Unicef, e pela Organização Mundial da Saúde, OMS, traz dados sobre Moçambique.

O estudo alerta sobre a falta de avanços no setor de saneamento do país, porque 10 milhões de moçambicanos ainda fazem suas necessidades a céu aberto. A maioria das pessoas sem casa de banho está nas zonas rurais, cerca de 9 milhões.

Água Potável

Segundo o relatório do Unicef e da OMS, a população rural de Moçambique também é prejudicada pela falta de acesso a fontes de água potável: 63% dos moradores de zonas rurais dependem de água imprópria para o consumo.

Por outro lado, na zona urbana o índice é menor: 19% da população não tem acesso à água potável. Pelo Objetivo de Desenvolvimento do Milénio de número sete, até dezembro, o total de pessoas sem acesso a fontes melhoradas de água precisava ser reduzido pela metade.

Segundo o relatório, a nível mundial, 91% da população tem acesso ao bem natural, mas a África Subsaariana é uma região que não vai conseguir atingir a meta, porque apenas 40% da população tem fontes de água própria para o consumo.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 11 DE DEZEMBRO DE 2017
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