Líbia: enviado da ONU pede libertação "imediata" de reféns tunisianos

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Representante especial do secretário-geral condenou de forma veemente um ataque, na capital Trípoli, ao consulado da Tunísia; ação resultou na captura de 10 funcionários.

Bernardino León. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O representante especial do secretário-geral da ONU na Líbia condenou de forma veemente um ataque, na capital Trípoli, ao consulado da Tunísia. A ação resultou na captura de 10 funcionários.

Em nota divulgada neste domingo, Bernardino Leon, que também é chefe da Missão da ONU na Líbia, Unsmil, pediu a "libertação imediata e incondicional" dos funcionários sequestrados.

Princípio

Ele lembrou que o princípio de inviolabilidade de instalações consulares e diplomáticas deve ser respeitado.

O ataque ao consulado tunisiano, que ocorreu na sexta-feira, de acordo com agências de notícias, foi conduzido por um grupo não identificado.

Ainda na nota, Leon afirmou que este ato "inaceitável", é mais um lembrete do "caos" na Líbia e da necessidade dos cidadãos do país de interromperem o conflito em curso e caminharem em direção a um acordo político que "restaure a segurança e estabilidade" na nação.

Consultas

O apelo do chefe da Unsmil ocorreu apenas alguns dias após consultas políticas em Berlim que envolveram representantes de diversos países, entre eles Estados Unidos, Rússia, França e Reino Unido.

Bernardino Leon tem estado ativamente envolvido em ajudar os atores líbios a chegarem a uma solução política. Ele recentemente afirmou que "chegou o momento" para um acordo.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 17 DE JANEIRO DE 2018
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