ONU investiga “vala comum” com mais de 400 corpos na RD Congo

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Além de fazer um apuramento independente, Instituto de Direitos Humanos da organização disse que está a ajudar às autoridades nacionais; apelo é que desfecho do processo seja transparente, credível e independente.

Soldados da Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo, Monusco, em Kinshasa. Foto: Monusco/Myriam Asmani

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

O Instituto Conjunto de Direitos Humanos da ONU na República Democrática do Congo, RD Congo, confirmou que realiza uma investigação independente após a alegada existência de uma vala comum com 421 corpos na província de Kinshasa.

A entidade disse que tem visitado o local, situado na comuna de Maluku, onde está a entrevistar testemunhas e familiares das vítimas.

Corpos

Em março, residentes da área disseram que um odor forte teria chamado a sua atenção, segundo agências de notícias. O governo é também citado a declarar que os corpos, que teriam sido enterrados numa mesma noite, incluem bebés prematuros e indivíduos não reclamados.

De acordo com o Instituto das Nações Unidas, nas últimas semanas tem estado a trabalhar em estreita colaboração com as autoridades apoiando um apuramento judicial do que considera “alegações muito graves”.

Em nota, emitida esta sexta-feira, o instituto promete continuar a apoiar o Governo e exorta à garantia uma investigação judicial concluída rapidamente e de forma transparente, credível e independente.

*Apresentação: Denise Costa.

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