ONU condena escalada nos confrontos na Líbia e pede cessar-fogo imediato

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Em comunicado, a Unsmil afirmou que muitos civis que vivem no oeste do país, na região de Warshefana, foram afetados pelos combates recentes.

Estimativas são de que 400 mil pessoas sejam deslocadas internas na Líbia, incluindo este homem em local perto da capital, Trípoli. Foto: Acnur/L. Dobbs

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Missão das Nações Unidas de Apoio à Líbia, Unsmil, condenou este sábado a "grave escalada" dos confrontos no oeste do país, particularmente na área de Aziziya, em Warshefana.

As cidades da região foram submetidas a destruição considerável, causada por combates nos últimos dias.

Civis

Em comunicado, a Unsmil afirmou que muitos civis que vivem no local foram deslocados, sequestrados e mortos e estão em grande necessidade de ajuda humanitária.

Na nota, a Missão pediu ainda que os envolvidos tomem as medidas necessárias para garantir "o retorno de todos aqueles que foram deslocados da área e que ninguém seja detido ilegalmente ou processado fora do âmbito da lei".

Diálogo

A Unsmil pediu o fim dos combates e elogiou as ações em busca de um cessar-fogo. A Missão da ONU também reiterou seu alerta às partes em conflito de que ataques a civis podem constituir crimes sob o direito humanitário internacional.

Segundo a Unsmil, progresso significativo está sendo feito no processo de diálogo político mediado pela Missão da ONU. O objetivo é chegar a uma resolução abrangente para a crise política e o conflito militar na Líbia.

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