Chefe da Unesco pede investigação à morte de jornalista na RD Congo

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Soleil Balanga foi morto a 16 de abril; Irina Bokova declarou estar "chocada" com o "assassinato brutal" do profissional de rádio; ato ocorreu em meados de abril na cidade nortenha de Monkoto.

Irina Bokova. Foto: ONU/Devra Berkowitz

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, pediu esta quinta-feira uma investigação à morte do jornalista Soleil Balanga, na República Democrática do Congo. O ato ocorreu no dia 16 de abril.

Irina Bokova declarou estar "chocada" com o "assassinato brutal" do jornalista após condenar o ato de forma veemente.

Justiça

A chefe da agência da ONU pediu às autoridades que levem os responsáveis à justiça. Bokova afirmou ainda que não se pode permitir que violência "silencie repórteres e prive o público da informação que  tem o direito de receber".

Balanga foi morto na cidade de Monkoto, na província de Equador. Nas últimas semanas, o jornalista usava um megafone para transmitir notícias nas ruas da sua cidade, após a avaria do transmissor da rádio local, Monkoto Soso Aleli.

A chefe da Unesco emite declarações sobre o assassinato de trabalhadores dos media conformea resolução 29 adotada pelos Estados-membros da agência em 1997. O documento é chamado "Condenação de Violência contra Jornalistas".

*Apresentação: Eleutério Guevane.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 18 DE DEZEMBRO DE 2017
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