Chefe da Minusma condena ataque que feriu nove boinas azuis no Mali

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Mongi Hamdi chamou atentado de "covarde e hediondo", mas afirmou que ação "não vai dissuadir a missão do seu objetivo de restaurar a paz e a segurança no país"; três civis teriam morrido no ataque.

Ponto de inspeção em Kidal, no Mali. Foto: Minusma/Blagoje Grujic

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O chefe da Missão da ONU no Mali, Minusma, Mongi Hamdi, condenou de forma veemente um ataque suicida ocorrido nesta quarta-feira, na entrada de um acampamento em Ansongo, região de Gao.

Falando a jornalistas, em Nova York, o porta-voz do secretário-geral da ONU afirmou que três civis morreram e outros sete ficaram feridos.

Soldados de Paz

Stephan Dujarric disse ainda que nove boinas azuis do Níger ficaram feridos, incluindo dois de forma grave.

Segundo o chefe da Minusma, o ataque "covarde e hediondo" não vai dissuadir a Missão da ONU de seu "objetivo de restaurar a paz e a segurança no Mali".

Na terça-feira, 7 de abril, as Nações Unidas anunciaram que dois soldados da paz da Minusma ficaram feridos após a explosão de uma mina.

Conselho de Segurança

A Missão foi estabelecida em abril de 2013 para apoiar o processo político e assumir tarefas relacionadas com a segurança, que incluem o apoio para o restabelecimento da autoridade do Estado.

O Conselho de Segurança enviou as forças cerca de um ano depois do início do conflito entre o governo e os rebeldes.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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