Chefe da Minusca diz que situação humanitária continua grave na RCA

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Chefe da Missão da ONU na República Centro-Africana mencionou que 50 mil pessoas foram deslocadas desde janeiro; Babacar Gaye falou ao Conselho de Segurança esta terça-feira.

Babacar Gaye nesta terça-feira no Conselho de Segurança. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O chefe da Missão Integrada de Estabilização das Nações Unidas na República Centro-Africana, Minusca, afirmou esta terça-feira que a situação humanitária no país continua "grave".

No Conselho de Segurança, Babacar Gaye afirmou que 50 mil pessoas foram deslocadas no país desde janeiro.

Transição Política

O chefe da Minusca disse ainda que a fragmentação de grupos armados prejudica o acesso humanitário.

A falar sobre a situação política, Babacar Gaye destacou que a transição chegou a um "estágio crítico" e que a organização de "eleições credíveis" vai marcar o fim da transição.

Ele mencionou que o "processo eleitoral está a enfrentar desafios, entre eles o registo de deslocados internos e refugiados fora do país".

O chefe da Missão da ONU afirmou ao Conselho de Segurança que o interesse e apoio contínuos de parceiros regionais e internacionais à República Centro-Africana continuam "mais indispensáveis do que nunca".

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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