Uganda recebe apoio da OMS para combater surto de febre tifóide

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Pelo menos até o início do mês, foram relatados mais de 1,9 mil casos, sendo a capital Kampala o epicentro; água e sumos contaminados identificados como as principais fontes de infeção.

Foto: OMS

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, está a apoiar o governo de Uganda na luta contra um surto da febre tifóide que eclodiu na capital Kampala. Até 5 de março, já tinham sido reportados 1.940 casos suspeitos, sendo homens entre 20 e 39 anos os mais afetados.

No início do surto, a salmonela foi confirmada em algumas amostras. Água contaminada e sumos foram identificados como as principais fontes de infeção. Segundo a OMS, a maioria da água testada tinha altos índices de coliformes fecais e da bactéria E. coli.

Plano

Além da OMS, a força-tarefa nacional ugandesa é formada pelo Fundo da ONU para a Infância, Unicef, a Cruz Vermelha e agentes do governo. A situação está a ser monitorada e fontes não seguras de água já foram fechadas, enquanto água potável está a ser distribuída em diversas localidades.

Devido ao alto risco de contágio, a OMS disse que intervenções urgentes são necessárias para evitar que mais pessoas peguem febre tifóide no Uganda. Neste momento, a agência da ONU não está a fazer nenhuma restrição de viagens ao país.

Sintomas

A OMS explica que a febre tifóide é uma doença bacterial causada pela salmonela e transmitida pela ingestão de comida ou de água contaminada com fezes ou urina de pessoas infetadas.

Os sintomas aparecem após uma a três semanas e incluem febre, mal-estar, dor de cabeça, constipação ou diarreia, manchas rosadas no peito e aumento do baço e do fígado. O tratamento é feito com antibióticos.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 11 DE DEZEMBRO DE 2017
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