"Mundo precisa responder aos ataques de extremistas contra mulheres"

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Declaração é do secretário-geral da ONU, na mensagem oficial do Dia Internacional da Mulher; Ban Ki-moon cita "que corpos de mulheres foram transformados em campo de batalha" na Somália, na Síria e no Iraque.

Ban Ki-moon participou também da marcha pela igualdade de gênero

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

No Dia Internacional da Mulher, celebrado neste domingo, 8 de março, o secretário-geral da ONU está pedindo uma resposta mundial "contra extremistas violentos" que atacam mulheres e meninas.

Em sua mensagem oficial sobre a data, Ban Ki-moon cita que "corpos de mulheres foram transformados em campos de batalha" por combatentes que têm, muitas vezes, estratégias baseadas na religião ou etnia. Segundo Ban, isso acontece em países como Nigéria, Somália, Síria e Iraque.

Posição

O chefe da ONU lamenta o fato de mulheres serem atacadas ao tentar exercer seu direito à educação ou à saúde; de serem violadas e transformadas em escravas sexuais. Por isso, Ban Ki-moon pede uma posição global clara contra essas violações dos direitos das mulheres.

Segundo o secretário-geral, a comunidade internacional precisa oferecer ajuda humanitária, serviços psicossociais e condenar os responsáveis por tais violações. Para que a nova agenda global de desenvolvimento seja realmente transformadora, Ban Ki-moon defende prioridade à igualdade de gênero e à autonomia feminina.

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