Escritório de direitos humanos da ONU condena ataque terrorista na Somália

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Ação resultou na morte de pelo menos 18 pessoas, entre elas o representante do país junto às Nações Unidas, em Genebra; segundo o órgão, embaixador tinha "papel crucial no avanço dos direitos humanos" na nação africana.

Deslocados na Somália. Foto: Acnur

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O escritório do alto comissário da ONU para direitos humanos, condenou de forma veemente o ataque ao hotel Maka al Mukarama, na capital da Somália,  Mogadíscio, que matou pelo menos 18 pessoas.

Entre os mortos na ação, em 27 de março, estava o representante do país junto às Nações Unidas em Genebra, Yusuf Mohamed Ismail "Bari Bari".

Papel Crucial

Segundo o escritório, o embaixador tinha "papel crucial" no avanço dos direitos humanos na Somália.

O órgão afirmou que "sua morte trágica" aconteceu apenas um dias após uma resolução do Conselho de Direitos Humanos, adotada por consenso, criar o mandato de um especialista independente sobre o direito das pessoas com albinismo.

Bari Bari foi o primeiro diplomata a defender que a situação pessoas com albinismo fosse colocada na agenda no Conselho.

O escritório do alto comissário da ONU para direitos humanos enviou pêsames à família do embaixador e às famílias de todas as vítimas do ataque.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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