Guiné-Bissau quer apoio internacional para reforma de militares

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Pedido foi feito pela encarregada de negócios do país em discurso no Conselho de Segurança; Maria-Antonieta Pinto Lopes D'Alva afirmou que além do apoio financeiro, nação africana de língua portuguesa, precisa também de apoio técnico.

Maria-Antonieta Pinto Lopes D’Alva discursa no Conselho de Segurança. Foto: ONU/Loey Felipe

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

A encarregada de Negócios da Guiné-Bissau, Maria-Antonieta Pinto Lopes D'Alva, pediu esta quinta-feira apoio financeiro da comunidade internacional para ajudar na reforma dos militares guineenses.

Em entrevista à Rádio ONU, logo depois de pronunciamento no Conselho de Segurança, Pinto Lopes D'Alva explicou o quê o país precisa neste momento.

Apoio Financeiro

"A Guiné-Bissau, no que diz (a respeito) a reforma, precisa de apoio financeiro. Para mandar o pessoal militar para a reforma tem que ter fundos para garantir a pensão e garanti-los felizes na reforma. Esse é o primeiro passo e precisamos também de apoio técnico. Mas o principal apoio necessário é a assistência financeira para o fundo de pensão".

As consultas para a reforma já começaram entre o Ministério da Defesa e uma comissão das Forças Armadas para discutir o formato do processo.

O Conselho de Segurança se reuniu para analisar o novo relatório do secretário-geral da ONU sobre a situação no país.

O documento diz que a Guiné-Bissau está comprometida com a reforma política. O país empossou em meados de 2014 um novo governo democrático, dois anos depois de um golpe de Estado.

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