Governos precisam fornecer estabilidade à população, defende Ban

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Secretário-geral participou da abertura da Cúpula de Governos em Dubai; Ban Ki-moon disse que ações de radicais poderiam ser melhor combatidas se líderes combatessem marginalização e exclusão.

Ban Ki-moon. Foto: ONU/Amanda Voisard

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

Na abertura da Cúpula de Governos 2015, esta segunda-feira em Dubai, nos Emirados Árabes, o secretário-geral da ONU chamou a atenção para desafios mundiais de segurança e de desenvolvimento.

Ban Ki-moon citou o conflito israelense-palestino, a instabilidade na Líbia e no Iêmen, a ameaça imposta pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante, Isil, na Síria e no Iraque, e outras situações que causam danos à estabilidade mundial.

Exclusão

O chefe da ONU lembrou que por diversas vezes, condenou "ações covardes e cruéis contra civis inocentes" e insistiu na necessidade de se reforçar o respeito aos direitos humanos.

Em Dubai, Ban Ki-moon defendeu que para melhor abordar os problemas das ações de radicais, líderes de governos precisam combater a marginalização e a exclusão, e ouvir a voz do povo sobre a necessidade de maior transparência e democracia.

Futuro

Ban declarou que "líderes que se consideram acima da lei e da população colocam seus governos em risco de colapso". Segundo o secretário-geral, "instituições públicas são vitais para a governança eficiente e para melhorar a igualdade, a justiça e combater fraudes".

Para Ban Ki-moon, estamos numa época que pede um novo modelo de governança, que seja "pronto para o futuro, responsável, transparente, inclusivo e participativo".

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 13 DE DEZEMBRO DE 2017
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