Ban diz que governos devem reforçar combate ao “flagelo do terrorismo”

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Secretário-geral da ONU emitiu nota condenando o crime; vídeo com morte do piloto da Força Aérea da Jordânia foi divulgado nesta terça-feira na internet; tenente Mo'az Al Kassasbeh foi aparentemente queimado vivo por assassinos do Isil.

Ban Ki-moon. Foto: ONU/Mark Garten

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

As Nações Unidas pediram a todos os governos que reforcem suas ações de combate ao que chamou de "flagelo do terrorismo". Segundo a ONU, os países têm que fazer mais dentro de suas obrigações de defesa dos direitos humanos.

O apelo foi feito em uma nota emitida pelo porta-voz do chefe da organização, Ban Ki-moon.

Pensamentos

O secretário-geral da ONU condenou o assassinato do piloto jordaniano Mo'az Al-Kassasbeh, 26 anos. Ele estava em poder de integrantes do movimento autodeclarado Estado Islâmico do Iraque e do Levante, Isil, desde dezembro. O avião que pilotava caiu perto da cidade de Raqa, na Síria.

Ban classificou o grupo, também chamado de Dash, “de organização terrorista sem nenhuma consideração à vida humana.”

O secretário-geral disse que seus pensamentos são dirigidos agora à família do piloto e parentes da vítima. Ele disse ainda "partilhar da dor" e demonstrou solidariedade ao governo e ao povo jordanianos. Ban denunciou o que chamou de um "ato horrível".

Segundo agências de notícias, o piloto teria sido colocado numa cela ou gaiola antes de atearem fogo ao corpo do militar. As imagens estão sendo analisadas por peritos para apurar a veracidade do vídeo.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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