Sem rendição de rebeldes, Monusco prepara operações militares

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Prazo para a rendição incondicional das Forças Democráticas de Libertação do Ruanda, Fdlr, esgotou-se a 2 de janeiro.

Foto: Monusco/Force

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

O prazo para a rendição incondicional das Forças Democráticas de Libertação do Ruanda, Fdlr, esgotou-se a 2 de janeiro. Nenhuma rendição adicional significativa de combatentes do grupo foi registada desde junho.

Segundo o porta-voz do secretário-geral, a Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo, Monusco, está a trabalhar com o governo e atores regionais e internacionais para abordar a situação.

Exército

Stéphane Dujarric afirmou nesta segunda-feira, em Nova Iorque, que o "exército congolês terá um papel essencial nas operações contra a Fdlr" e que a "Missão da ONU e o exército do país desenvolveram um plano militar conjunto para operações" contra o grupo.

Também nesta segunda-feira o chefe da Monusco, Martin Kobler, falou ao Conselho de Segurança por videoconferência sobre o Fdlr e a questão geral da segurança no país. Ele falou sobre a prisão do líder da Força de Resistência Patriota em Ituri, Frpi, Cobra Matata a 2 de janeiro.

O porta-voz afirmou que, no sábado, a Missão da ONU também apoiou o exército congolês em Kivu Norte durante o seu ataque contra rebeldes das Forças Democráticas Aliadas, de Uganda, que matou cinco pessoas e prendeu duas outras.

*Apresentação: Denise Costa.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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