ONU quer que Mali investigue ataque que matou capacete azul e feriu 4

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Secretário-geral e Conselho de Segurança emitiram notas condenando atentado à base da ONU na cidade de Kidal; Ban Ki-moon fala em urgência para se alcançar acordo político que restaure ordem em todo o território.

Forças de paz alvejadas no Mali. Foto: Minusma

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

As Nações Unidas querem que o Mali investigue um atentado a uma base da ONU no país que matou um soldado de paz da organização e deixou mais quatro feridos.

Em nota, o secretário-geral, Ban Ki-moon, condenou o ataque e disse que atentados não irão mudar a determinação da ONU de apoiar o povo do Mali na busca da paz.

Controle

Um carro-bomba foi detonado pouco antes das 7 horas da manhã, horário local, no sábado, perto de um posto de controle das Nações Unidas. Um segundo veículo explodiu em frente à base enquanto o campo era bombardeado com pelo menos oito foguetes e morteiros, dois conseguiram atingir o local causando danos.

Este é o mais recente de uma série de ataques a força de paz e a funcionários terceirizados que servem às Nações Unidas no Mali. O incidente deste fim de semana na cidade de Kidal matou um boina azul do Chade.

Para Ban, é preciso alcançar um acordo político que leve à restauração da ordem em todo o país africano.

O vice-chefe da Missão da ONU no Mali, Minusma, disse que este tipo de violência é um crime grave contra as forças de paz e que os autores devem ser levados à justiça.

O pedido de condenação foi reforçado pelo Conselho de Segurança que também emitiu uma nota afirmando que o ataque é um crime contra a lei internacional.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 13 DE DEZEMBRO DE 2017
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