Cheias deslocaram mais de 90 mil em Moçambique, segundo Ocha

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Mais de 10 mil casas e 383 salas de aula foram destruídas no centro e norte do país; escritório da ONU fala em mais de 28 mil pessoas a viver em centros de acomodação.

Cheias no Malaui. Foto: ONU

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.* 

Mais de 90 mil pessoas já foram afetadas pelas inundações que assolam as regiões centro e sul de Moçambique, segundo o Escritório da ONU para Assistência Humanitária, Ocha.

O escritório anunciou que decorrem atividades de salvamento, principalmente por via aérea. Calcula-se que 2,5 mil pessoas já tiveram os seus bens transferidos para áreas mais seguras, em operações da Agência Nacional de Proteção Civil.

Ação Internacional 

Mais de 10 mil casas e 383 salas de aula foram destruídas pelo fenómeno. No total, 28 mil pessoas estão a viver em 34 centros de acomodação.

O Ocha lembra que ocorrem cheias quase todos os anos em Moçambique e noutros países da região. Mas sublinha que a dimensão inesperada das atuais inundações levou a entidade a encorajar a ação da comunidade internacional.

Madagáscar e Malaui 

Os danos devido às intempéries na África Austral incluem o Madagáscar, que registou a tempestade tropical Chedza. Pelo menos 14 pessoas morreram e mais de 44 mil foram deslocadas.

No Malaui, prosseguem as operações de busca, salvamento e despacho de bens de socorro para as áreas afetadas pelas cheias. As autoridades malauianas pediram apoio internacional devido aos danos e deslocamentos que superaram a capacidade de resposta do governo.

*Apresentação: Denise Costa.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 8 DE DEZEMBRO DE 2017
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