Unesco condena assassinatos de jornalistas no Iémen e na Síria

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As vítimas estavam trabalhando na província de Deraa, no sul da Síria, quando foram mortas em 8 de dezembro; em nota separada, diretora-geral da agência repudiou o assassinato do americano Luke Somers e de um professor sul-africano, que perderam a vida numa tentativa de resgate no Iémen.

Foto: Unesco

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, condenou o assassinato de três jornalistas na Síria.

Os profissionais foram mortos em 8 de dezembro, quando reportavam sobre os combates no sul do país, na província de Deraa.

Convenção de Genebra

Em nota, a diretora-geral da Unesco, afirmou que as partes em conflito no país árabe têm de respeitar os civis e os jornalistas porque é uma obrigação da Convenção de Genebra.

Youssef Mahmoud El-Dous, Rami Adel Al-Asmi e Abdul-Rahman Khalil trabalhavam para o canal Orient TV, uma emissora síria com sede em Dubai.

Os três foram mortos por um míssil que atingiu o carro em que estavam no vilarejo de Sheikh Miskeen.

Tentativa

Em nota separada, a chefe da Unesco, Irina Bokova, condenou também um outro crime. O assassinato do jornalista freelancer Luke Somers, ocorrido em 6 de dezembro no Iémen.

Segundo agência de notícias, Somers perdeu a vida numa tentativa de resgate. O professor sul-africano Pierre Korkie, que também estava sendo mantido refém na região, morreu no incidente.

Os dois estavam em cativeiro controlado pelo mesmo grupo extremista que os matou a tiros durante a operação no sul do Iémen.

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