RD Congo: Monusco diz querer mais intervenções e patrulhas após massacre

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Agências noticiosas informaram que pelo menos 36 pessoas foram assassinadas este sábado perto da cidade de Beni; grupo rebelde teria usado machados e catanas; massacres na região fizeram mais de 200 mortos desde outubro.

Soldados da Monusco. Foto: Monusco

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

A Missão das Nações Unidas na República Democrática do Congo, Monusco, disse estar chocada com o massacre devastador ocorrido este sábado nas localidades de Ahili e Manzanzanba, na província do Kivu do Norte.

Agências noticiosas falam de pelo menos 36 mortos durante a ação levada a cabo por rebeldes durante a noite próximo da cidade de Beni, no leste. De acordo com os relatos, as suspeitas recaem sobre as milícias denominadas Forças Nacionais de Libertação do Uganda, Adf –Nalu.

Terror

Em nota, o representante do secretário-geral na RD Congo, Martin Kobler, expressa a sua firme condenação ao ato, que disse ter por objetivo aumentar o terror na região.

No terreno decorrem ações que a Monusco considera prioritárias, envolvendo o exército e a operação de paz. O apelo da missão é que os seus parceiros impulsionem a cooperação para intervenções imediatas e patrulhas preventivas.

De acordo com a operação de paz, mais de 200 pessoas foram mortas desde outubro, em ataques atribuídos aos rebeldes.

*Apresentação: Denise Costa.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 14 DE DEZEMBRO DE 2017
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