Na luta contra o ébola, Fundo de Solidariedade Africana doa US$1,5 milhão

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Montante será usado em iniciativas da FAO na Guiné Conacri, Libéria e Serra Leoa, os três países mais afectados pelo surto; durante um ano, cerca de 45 mil pessoas serão ajudadas com a verba.

Mercado em Monróvia, Libéria. Foto: Pnud/Morgana Wingard

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana colocou US$ 1,5 milhão ao dispor das três nações mais afectadas pelo surto de ébola: Guiné Conacri, Libéria e Serra Leoa.

O fundo é governado por um comitê de representantes de Angola, da Guiné Equatorial, da União Africana e administrado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a FAO.

Rendimentos

Segundo a agência da ONU, cada um dos três países deve receber US$ 500 mil para tentar reverter os impactos do ébola na segurança alimentar e nos rendimentos dos agricultores em áreas rurais.

A FAO deve usar o dinheiro nos próximos 12 meses para assistir 7,5 mil famílias, ou cerca de 45 mil pessoas. As atividades incluem mobilização social e formação sobre a transmissão do ébola; reforço de poupanças e de empréstimos financeiros e fornecimento de insumos agrícolas.

O acordo com foco no combate ao ébola é um de três assinados pelo Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana, num total de US$ 6,5 milhões em doações. Um dos outros projectos tem a ver com postos de emprego para jovens em áreas rurais.

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