Ban condena ataque de 16 horas na Austrália que matou dois reféns

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Porta-voz diz que secretário-geral é solidário às vítimas do ataque a um café da cidade de Sidney; o local foi invadido por um homem armado na manhã de segunda-feira; local tinha pelo menos 17 pessoas incluindo empregados e clientes.

Ban Ki-moon. Foto: ONU

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou esta segunda-feira a ação de um homem que invadiu um café em Sidney, na Austrália, fazendo pelo menos 17 reféns.

Imagens de TV mostradas logo após a invasão exibiam uma bandeira na vitrine do café com declarações da fé islâmica. Segundo agências de notícias, o sequestro terminou após 16 horas, quando policiais australianos entraram no local. Dois reféns e mais o sequestrador foram mortos na operação.

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O porta-voz de Ban, Stephane Dujarric disse que ele acompanhou de perto a situação e que é solidário aos reféns e às vítimas do ataque.

Ao ser indagado por um jornalista a respeito do debate sobre a "ridicularização de muçulmanos no mundo", Dujarric afirmou que este é um assunto que a ONU segue de perto, seja através do secretário-geral ou da Aliança das Civilizações.

Ele disse que Ban encoraja o diálogo cultural entre todas as raças.

Reféns

A polícia australiana informou que dois reféns morreram quando os militares invadiram o local e quatro pessoas ficaram feridas e foram levadas para o hospital.

A polícia informou que, no total, 17 pessoas estavam no café no momento da invasão. Durante a ação, cinco reféns conseguiram escapar pela saída de emergência.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 13 DE DEZEMBRO DE 2017
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