Quénia reforça segurança em acampamento após morte de refugiados

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Na segunda-feira subiu para oito o número de vítimas fatais em distúrbios que se seguiram a um alegado estupro; polícia fez detenções e confiscou armas artesanais; cerca de 180 mil refugiados de mais de 20 países vivem na região.

Refugiados somalis no Quénia. Foto: Acnur/Brendan Bannon

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.* 

O Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, anunciou que o Quénia reforçou a segurança em acampamentos da área nordestina de Kakuma.

Com a morte de quatro refugiados, esta segunda-feira, subiu para oito o número de vítimas fatais dos distúrbios iniciados na passada terça-feira.

Estupro

Os refugiados mortos são cidadãos do Burundi, da República Democrática do Congo e do Sudão do Sul. No total, os quatro setores da área acolhem cerca de 180 mil pessoas de mais de 20 países, revelou o Acnur.

A violência entre grupos rivais de jovens sul-sudaneses teria iniciado após uma alegada tentativa de estupro de uma menina. Várias detenções foram feitas pela polícia, que após uma busca confiscou facões e outras armas artesanais.

 Comunidades

As tentativas para pôr termo aos confrontos envolvem ações de várias agências. O Acnur destaca que trabalha com os refugiados para restaurar a calma, com apelos para convivência calma e pacífica entre todas as comunidades.

A maioria dos refugiados de Kakuma são do Sudão do Sul, da Somália, do Sudão e da República Democrática do Congo.

*Apresentação: Denise Costa.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 12 DE DEZEMBRO DE 2017
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