Naufrágio mata 30 migrantes africanos que seguiam do Djibuti para o Iémen

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OIM indica que incidente subir número de mortes na área para  241; fuga é causada por fenómenos como seca,  conflitos,  insegurança e falta de meios de subsistência.

Busca de meios de subsistência. Foto: OIM

Eleutério Guevane, da Rádio ONU  em Nova Iorque.

A Organização Internacional para Migrações, OIM, anunciou esta terça-feira a morte de 30 migrantes em Djibuti que tentavam atravessar o Golfo de Aden em direção ao Iémen.

Com o sinistro, os óbitos registados pela agência este ano subiram para 241.  As Nações Unidas indicam que cidadãos somalis compõem a maioria dos que fazem a travessia seguidos por etíopes e eritreus.

Ventos

O naufrágio ocorreu 20 dias depois do que era tido como episódio com a maior perda de migrantes na área.

No incidente de outubro, ventos fortes abalaram a embarcação sobrecarregada que causou  a morte de 26 dos 34 passageiros que também seguiam para o Iémen.

Iémen

Os oito sobreviventes do acidente mais recente foram trazidos para a costa e tratados pela equipa da OIM. Cinco concordaram em voltar para a Etiópia, enquanto o resto decidiu continuar a jornada.

De acordo com as Nações Unidas, contribuem para o aumento do fluxo motivos como a seca no centro-sul da Somália, os efeitos combinados do conflito, a insegurança e a falta de meios de subsistência nos outros países de origem.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 11 DE DEZEMBRO DE 2017
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