FMI pede reformas a médio prazo que apoiem crescimento no Zimbabué

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Em dois anos Produto Interno Bruto desacelerou 6%; órgão confirma o fim da recuperação pós-hiperinflação na sua mais recente avaliação ao país da África Austral.

Fundo Monetário Internacional. Foto: FMI

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque. 

O Fundo Monetário Internacional, FMI, aconselhou o Zimbábue a fazer reformas abrangentes a médio prazo que apoiem o crescimento e a redução da pobreza. O órgão realça que a economia do país está numa encruzilhada.

A mais recente avaliação confirma o fim da recuperação pós-hiperinflação, mas realça a desaceleração do Produto Interno Bruto, PIB,  dos 10,5% em 2012 para os 4,5%  do ano passado.

Incertezas

Os fatores que ditaram o desempenho económico foram as condições meteorológicas adversas, a fraca demanda pelas principais exportações e as incertezas em torno do ano eleitoral.

O aumento do crédito e dos depósitos abrandaram drasticamente mas o órgão destaca "condições de liquidez apertadas" face a um sistema bancário ainda fraco.

Enfraquecimento

Mas o princípio de 2014 foi marcado por pressões fiscais devido a aumentos salariais e  uma queda nas receitas por causa do enfraquecimento da economia zimbabueana.

No entanto, a implementação de um pacote de medidas de receitas e despesas "permitiu às autoridades atingir as suas metas fiscais"  para o primeiro semestre de ste ano.

A previsão para este ano é de um "crescimento reduzido de 3%". A inflação anual caiu recentemente abaixo de zero, mas em setembro passado situou-se em 0,1%.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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