Ban afirma que não há espaço para a discriminação dentro das Nações Unidas

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Ao lado da cantora transsexual Conchita Wurst, vencedora do festival de música Eurovision, secretário-geral pede respeito pela diversidade de gênero; Ban Ki-moon destaca que vai continuar sua luta contra a homofobia.

Ban Ki-moon (esq.) cumprimenta Conchita Wurst durante encontro em Viena. Foto: ONU/Amanda Voisard

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

O secretário-geral da ONU defendeu esta segunda-feira a igualdade de gênero e o fim da discriminação, durante um encontro em Viena, na Áustria, com a vencedora do festival de música Eurovisão.

A cantora austríaca Conchita Wurst, 25 anos, ficou conhecida em muitos países após vencer o concurso em maio deste ano. Ao lado da cantora, Ban Ki-moon destacou que Conchita conseguiu transformar sua vitória "num momento eletrizante para educação de direitos humanos".

Luta

O secretário-geral afirmou que a "discriminação não tem espaço nas Nações Unidas nem no século 21". Ban disse que irá continuar lutando contra a transfobia e a homofobia e defendendo a igualdade.

Segundo o chefe da ONU, Conchita está promovendo respeito pela diversidade, que é um valor essencial da Organização. Ban elogiou a cantora por apelar a todos que a aceitem como ela é e por desafiar as ideias pré-concebidas das pessoas sobre gênero e sexualidade.

Novas Regras

Ele destacou também que neste ano, a ONU passou a estender benefícios para familiares de funcionários casados com pessoas do mesmo sexo.

Em Viena, o secretário-geral também conheceu Hilda-Olivia Sarkissian, a primeira funcionária da ONU no país a receber reconhecimento sob a nova política da organização.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 12 DE DEZEMBRO DE 2017
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