Mais de 2 milhões a enfrentar insegurança alimentar no Sudão do Sul

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Segundo o Ocha, houve redução desde maio, quando o número chegou a 3,5 milhões de pessoas; missão da ONU no país afirma que calma retornou a leste do Estado de Equatoria.

Foto: Unicef Sudão do Sul

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Escritório da ONU de Assistência Humanitária, Ocha, disse que houve redução no número de pessoas a enfrentar nível crítico de insegurança alimentar no Sudão do Sul.

Em maio, a emergência afetava 3,5 milhões de pessoas, mas segundo o Ocha, atualmente são 2,2 milhões de sul-sudaneses a sofrer de insegurança alimentar.

Riscos

Apesar da diminuição, o Escritório alerta para a fragilidade da população e para o facto de que o progresso pode ser apenas temporário, com chances da insegurança alimentar voltar a ser "extremamente séria" no começo do próximo ano.

O Ocha também informou que está a subir nos país os casos de Kala-azar, conhecida como febre negra. Trata-se de uma infecção parasitária causada por um mosquito.

Segurança

Já foram registados mais de 4,6 mil casos no começo de outubro, contra 1,6 mil na mesma semana do ano passado.

O aumento é devido ao deslocamento de pessoas e à falta de acesso à água e à comida.

Sobre a segurança no país, a Missão da ONU no Sudão do Sul confirmou na quarta-feira que a calma retornou à cidade de Chukudum, ao leste do Estado da Equatoria.

Na segunda-feira, houve violência na região, causada por confrontos entre soldados do Exército de Libertação do Povo do Sudão e residentes da cidade. Patrulhas da Unmiss foram enviadas a Chukudum para avaliar a situação no terreno.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 8 DE DEZEMBRO DE 2017
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