Embaixador prevê continuidade da diversificação económica africana

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Representante da União Africana junto à ONU aponta potencial económico com o crescimento da população jovem; diplomata revela plano de ter armas silenciadas no continente nos próximos seis anos.

Téte António. Foto: ONU/Evan Schneider

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O representante da União Africana junto das Nações Unidas prevê que a tendência de diversificação económica possa continuar em todo o continente, incluindo nos países dependentes das matérias-primas.

Téte António fez o pronunciamento à Rádio ONU, no âmbito da Semana de África na organização, que decorre até esta sexta-feira.

Extração Mineira

A entidade revelou que dois terços de países que têm verificado um crescimento de dois dígitos não dependem da extração de matérias-primas.

Falando em Nova Iorque, o representante disse que vê no facto um forte potencial de expansão, quando aliado ao que considerou de "outros pilares de desenvolvimento para os próximos 50 anos."

"Depende da paz e segurança. Nós queremos, até 2020, calar as armas em África. Mas temos um grande mercado em crescimento, uma população jovem dinâmica a qual é preciso dar qualidade", disse.

Reflexão

António fez menção ao surto de ébola como uma ameaça às populações, à paz, à segurança e aos esforços governamentais em prol do crescimento dos países.

A agenda 2063 da União Africana projeta planos de desenvolvimento para o continente para as próximas cinco décadas. Durante a semana, delegados das suas entidades estão numa série de encontros para  refletir em torno do plano na sede das Nações Unidas.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 13 DE DEZEMBRO DE 2017
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