Presidente do Brasil afirma que Conselho de Segurança tem que ser reformado

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Em entrevista à Rádio ONU logo após discurso, Dilma Rousseff afirmou que o mundo atual não reflete a realidade do pós-guerra; segundo ela, impasses no órgão são causados pela "falta de representatividade."

Dilma Rousseff. Foto: ONU/Mark Garten

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O Brasil voltou a advogar, na ONU, a necessidade da reforma do Conselho de Segurança. Em seu discurso, na abertura dos debates dos líderes internacionais, a presidente do país, Dilma Rousseff, afirmou que o órgão das Nações Unidas precisa refletir a realidade geopolítica.

Nesta entrevista à Rádio ONU, após o discurso na Assembleia, Dilma Rousseff falou sobre os impasses políticos do Conselho.

Representação

"Nós sempre esperamos a reforma do Conselho de Segurança da ONU porque certamente ele será mais representativo, se ele levar em conta o que aconteceu no mundo entre a sua instalação, que foi depois da Segunda Guerra Mundial, e o momento atual. É impossível acreditar que a mesma correlação de força e representatividade exista hoje em relação àquele momento. E acreditamos que os impasses que têm ocorrido, sistematicamente, no Conselho, serão muito melhores se esta representação for efetiva e modificada."

O Brasil é o primeiro país a ocupar a tribuna dos debates de líderes internacionais da Assembleia Geral. O segundo a discursar é o país-anfitrião, os Estados Unidos.

O discurso de Dilma Rousseff na Assembleia Geral foi o segundo nesta sessão da casa. O primeiro ocorreu na terça-feira durante a Cimeira do Clima.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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