EUA: extremismo violento tornou-se "câncer" em várias partes do mundo

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Em seu discurso na Assembleia Geral, presidente Barack Obama destacou ainda a luta para conter o ebola e o conflito na Ucrânia.

Barack Obama discursa na 69ª Assembleia Geral. Foto: ONU/Cia Pak

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova York.*

O extremismo violento tornou-se um "câncer" em várias partes do mundo islâmico. A declaração é do presidente Barack Obama, na Assembleia Geral da ONU.

Obama foi o segundo a discursar na abertura dos debates de líderes internacionais. Ele comentou algumas das atrocidades cometidas por integrantes do grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante, Isil.

Arma de guerra

O presidente americano citou as ações de destruição no Iraque e na Síria, destacou a violação de mulheres usada como armas de guerra, mortes de crianças e despejo de corpos em valas comuns. Ele pediu à comunidade internacional que ajude a destruir o grupo. O presidente americano citou uma ampla coligação de mais de 40 países contra o Isil.

Ainda nesta quarta-feira, Obama presidirá uma sessão do Conselho de Segurança pedindo o combate ao grupo, considerado terrorista pelo órgão da ONU.

Potencial

Ao mencionar árabes e muçulmanos, Barack Obama alertou sobre o potencial de ideologias extremistas sobre os jovens. Segundo ele, é preciso expandir programas de apoio a jovens empreendedores, à sociedade civil, promovendo educação para a juventude. De acordo com o líder americano, este tipo de investimento é "o melhor antídoto contra a violência."

Ao citar a atual crise de ebola na África, Obama pediu um esforço conjunto.

Obama destacou o esforço para combater o surto de ebola. Ele lembrou que a doença pode desestabilizar economias e mover-se rapidamente pelas fronteiras, contaminando centenas de milhares de pessoas.

Ao destacar o conflito na Ucrânia, Obama elogiou o cessar-fogo.

O presidente americano reiterou que os Estados Unidos e aliados vão apoiar o povo da Ucrânia no desenvolvimento da democracia e da economia. E ao citar o conflito israelense-palestino, Barack Obama disse que a atual situação na região não se sustenta.

E prometeu se empenhar na construção de dois Estados, um palestino e outro judaico, vivendo lado a lado em paz e segurança.

* Apresentação: Mônica Villela Grayley.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 12 DE DEZEMBRO DE 2017
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