África Subsaariana entre os maiores recetores de investimento climático

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No total, Banco Mundial afirma ter aplicado US$ 9,4 milhões para área energética; montante reflete aumento da procura por parte de setores das energias hídrica, solar, eólica e geotérmica em grande escala.

Energia eólica. Foto: Banco Mundial/Dana Smillie

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque. 

A África Subsaariana e o sul da Ásia absorveram mais de dois terços do financiamento do Banco Mundial direcionado ao setor de energia, no ano fiscal de 2014. As regiões são tidas como as que enfrentam os maiores deficits energéticos.

Até junho, os projetos de energias renováveis foram financiados com um total de US$ 3,6 mil milhões, dos empréstimos considerados quase recordes no valor de US$ 9,4 milhões.

Procura

Quanto às energias renováveis, 2014 é considerado um dos anos mais fortes de que há registo. O aumento resulta de uma "crescente procura por parte dos setores de energias hídrica, solar, eólica e geotérmica em grande escala" .

A área dos transportes recebeu a segunda maior fatia do investimento climático do órgão, com mais de US$ 2,3 mil milhões. O valor inclui compromissos para financiar projetos de transporte ferroviário na China e na Índia.

Investimentos

O Banco Mundial realça que o terceiro maior beneficiário foram a agricultura, a pesca e a silvicultura com US$ 1,1 mil milhão. Grande parte dos investimentos foi para projetos de proteção, de água e de saneamento.

O órgão indica ter recebido 220 iniciativas de investimento climático de mais de 60 países. Nos últimos quatro anos, o grupo deu luz verde para a aplicação de US$ 42 mil milhões para projetos ligados ao clima.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 8 DE DEZEMBRO DE 2017
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