Violência contra trabalhadores humanitários atinge novo recorde

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Em 2013, 155 morreram em serviço, 171 ficaram gravemente feridos e 134 foram sequestrados, 66% a mais que no ano anterior; relatório do grupo Humanitarian Outcomes afirma que Afeganistão foi o país com maior número de ataques. 

Dia Mundial da Ação Humanitária. Foto: Ocha

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

No Dia Mundial da Ação Humanitária, o grupo Humanitarian Outcomes lançou um relatório sobre a violência contra trabalhadores da área. A entidade fornece pesquisas para agências do setor, como o Escritório da ONU para Assuntos Humanitários, Ocha.

Segundo o documento, divulgado esta terça-feira, o total de vítimas em 2013 bateu recorde. Foram 155 trabalhadores humanitários mortos em serviço, 171 gravemente feridos e 134 raptados.

Síria

Isso representa um aumento de 66% das vítimas, na comparação com o ano anterior. Os ataques ocorreram em 30 países, mas o Afeganistão foi o país com o maior número de casos. Paquistão, Síria, Sudão do Sul e Sudão são as outras nações onde se concentraram a maioria dos ataques.

E segundo números preliminares, de janeiro até 15 de agosto deste ano, 79 trabalhadores humanitários foram mortos. Nos meses de julho e agosto, houve aumento dos ataques em Gaza e no Sudão do Sul.

O Dia Mundial da Ação Humanitária é celebrado todos os anos em 19 de agosto, em homenagem às vítimas do bombardeio contra o prédio da ONU em Bagdá. Foram 22 funcionários mortos no ataque ocorrido em 2003, incluindo o brasileiro Sergio Vieira de Mello, que era representante do secretário-geral no Iraque.

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