Secretário-geral condena assassinato de jovens israelenses

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Ban Ki-moon afirmou que não há justificativa para a morte deliberada de civis; chefe da ONU quer que autoridades de Israel e Palestina trabalhem juntas para levar responsáveis à justiça.

Ban Ki-moon. Foto: ONU/Mark Garten

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova York.*

O secretário-geral das Nações Unidas condenou nos "termos mais fortes" o assassinato dos três adolescentes israelenses sequestrados em 12 de junho na Cisjordânia.

Em nota emitida pelo seu porta-voz, Ban Ki-moon afirmou que não pode haver nenhuma justificativa para a morte deliberada de civis.

Inimigos da Paz

O chefe da ONU espera que as autoridades de Israel e da Palestina trabalhem juntas para levar rapidamente os criminosos à justiça. Ban manifestou pêsames às famílias das vítimas.

O secretário-geral acredita que o que chamou de "ato hediondo de inimigos da paz" tenha por objetivo consolidar ainda mais a divisão e a desconfiança, além de ampliar o conflito.

Ban pediu a todas as partes que cumpram com suas obrigações de acordo com o direito internacional e que evitem ações que possam escalar ainda mais a situação que ele considera já "muito tensa".

Descoberta

Nesta segunda-feira, agências de notícias citaram fontes militares de Israel anunciando a descoberta dos corpos num poço perto da cidade de Halul, a norte de Hebron.

Naftali Frenkel e Gilad Shaar, de 16 anos, e Eyal Yifrach, de 19 anos, foram vistos pela última vez num cruzamento perto de Hebron.

Após o desaparecimento, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu foi mencionado pelas agências responsabilizando o Hamas pelo sequestro. O grupo negou o envolvimento no caso.

* Apresentação: Edgard Júnior.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 15 DE DEZEMBRO DE 2017
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