ONU reitera solidariedade após ataque que matou cerca de 50 no Quénia

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Secretário-geral fala de apoio às autoridades nas ações contra o terrorismo; agências de notícias apontam para pelo menos 12 mulheres raptadas no ataque contra a área costeira de Mpeketoni.

Tropas quenianas na cidade de Kismayo. Foto: ONU/Stuart Price

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou nos termos mais fortes os ataques que este domingo mataram pelo menos 48 pessoas na cidade queniana de Mpeketoni.

Agências noticiosas informaram que esta terça-feira o corpo de mais uma vítima do ataque de domingo deu entrada num hospital da cidade. A Cruz Vermelha teria anunciado o desaparecimento de pelo menos 50 pessoas. 

Al-Shabab

De acordo com os relatos das agências, o grupo somali al-Shabab teria reivindicado o ataque contra hotéis e uma esquadra da polícia em retaliação contra a presença de tropas quenianas no seu país e ao que chama de morte de muçulmanos.

Na ocasião também teriam sido raptadas pelo menos 12 mulheres. A polícia local foi citada a anunciar a morte de 15 pessoas na noite de segunda-feira em duas aldeias próximas de Mpeketoni.

Solidariedade

Após endereçar condolências às famílias e desejar rápidas melhoras aos feridos, Ban reiterou a solidariedade das Nações Unidas com o povo e o Governo nas ações de combate ao terrorismo.

O chefe da ONU disse acreditar que as autoridades façam tudo o que estiver ao seu alcance para levar os autores à justiça "para que sejam totalmente respeitadas as obrigações do Quénia em relação aos direitos humanos."

*Apresentação: Denise Costa.

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JORNAL DA ONU - 5 MIN, 18 DE DEZEMBRO DE 2017
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