Iniciativa apoiada pela ONU vai formar mais de 1,2 mil parteiras somalis

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Escola de Obstetrícia de Mogadíscio gradua primeiras 25 parteiras; nos próximos dois anos, iniciativa vai apoiar diferentes intervenções da saúde reprodutiva.

Mulheres graduadas pela Escola de Obstetrícia de Mogadíscio. Foto: Unfpa Somália

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Somália pretende formar 1,2 mil parteiras nos próximos dois anos numa instituição oficialmente aberta a partir desta semana.

A apresentação oficial da Escola de Obstetrícia de Mogadíscio coincide com a graduação de 25 parteiras. O grupo foi inscrito há dois anos na fase experimental do primeiro instituto do género no país do Corno de África.

Complicações

A Somália está na lista dos piores lugares do mundo para se ser mulher, principalmente em estado de gravidez, refere o Programa da ONU para a População, Unfpa.

A agência cita estimativas recentes apontando para uma morte em cada 18 mulheres devido a complicações na gravidez ou no parto.

O Programa Conjunto de Saúde e Nutrição, que envolve a escola, está orçado em US$ 236 mil. Além do Unfpa, o projeto é apoiado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, e a Organização Mundial da Saúde, OMS.

Suprimentos

Espera-se que a iniciativa também garanta apoio técnico e em equipamentos, remédios e outros suprimentos essenciais da saúde reprodutiva.

Os países doadores incluem a Austrália, a Suécia, a Suíça, o Reino Unido e os Estados Unidos.

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